
A fotografia meteorológica como encontro entre ciência, paisagem, risco e fascínio visual.
Fotografar tempestades elétricas exige paciência, técnica e atenção ao risco. O que aparece como imagem espetacular carrega também ciência, território e leitura do céu. Cada raio registrado sintetiza uma fração de tempo que dificilmente se repetirá da mesma forma.
A seleção foi preservada porque aproxima fotografia, educação ambiental e comunicação pública. O fenômeno natural ganha tratamento visual, mas também desperta perguntas sobre clima, segurança, observação e pertencimento ao território.
No Jornalismo Colaborativo, a fotografia ocupa essa função ampliada: documenta, forma repertório e ajuda o leitor a perceber que imagem também é linguagem pública.
